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Os Nove Infernos são o plano de existência de onde os diabos de Odisseia provém. Estes infernos existem nos confins do cosmos — ou melhor dizendo, nas profundezas imensas do Mar Astral.

As lendas contam que os Nove Infernos foram criados para serem uma prisão para o Adversário.

GeografiaEditar

O planeta-dimensão que forma os Nove Infernos é como uma gigantesca cebola, onde cada camada se sobrepõe à anterior. Existem nove destas camadas, a mais externa sendo a superfície. A mais interna sendo o núcleo deste mundo terrível.

Cada uma das nove camadas do Inferno é regida por um arquiduque infernal.

  • Avernus: A superfície dos Nove Infernos também é o primeiro círculo dentre os nove. Trata-se de uma superfície morta, de chão repleto de cinzas e entrecortado por lava ardente, fumos e restos de incontáveis batalhas. Como está na superfície, Avernus é o único local dos Nove Infernos que possui um céu. Este é vermelho e sem estrelas. O ar é quente e seco. A atmosfera é feita de vapor inflamável. Há uma pequena chance que parte do ar simplesmente exploda sem aviso, especialmente se um transeunte usar alguma fonte de fogo consigo (como tochas). Muitos dos diabos que estão em Avernus estão desfavorecidos na hierarquia infernal, banidos para a superfície. Isso não torna vários deles menos perigosos. Alguns planejam secretamente retornar para o interior do mundo, ainda que precisem conspirar e trair para tanto. Ou seja, comportamento típico de um diabo. A arquiduquesa infernal que rege Avernus é Hierimitera, a “mãe primordial de todos os dragões”, corrompida pelo Adversário.
  • Execratum: As cavernas que entram para o interior do mundo, partindo de Avernus chegam sempre em uma cidade: Execratum. Esta cidade é um labirinto infinito de ruas, vielas, becos, torres, pontes, favelas e afins, que se estende em todas as direções através do segundo círculo. Os rios que cortam a cidade são esgotos fétidos e o próprio ar é pesado e pestilento. Diabos que lembram gárgulas são os habitantes mais comuns deste labirinto de pedra e metal. A cidade é regida por Dis Pater.
  • Lacrimosa: A melhor palavra para descrever Lacrimosa é como um charco fedorento. Os subterrâneos de Execratus vão descendo e penetrando em cavernas que cada vez mais se aprofundam até chegarem no teto deste círculo pantanoso. Entre o chão do pântano e o teto, dificilmente há mais do que 10 metros de altura nos lugares mais altos. Lacrimosa é entrecortada por imensas colunas que correm do chão ao teto. Com muita frequência, uma umidade oleosa se acumula no teto e despenca de uma forma bem parecida com chuva grudenta. À "chuva", normalmente se segue uma queda de lascas afiadas do teto. As únicas partes sólidas acima do nível do charco são trilhas rochosas que serpenteiam por todos os lados. Algumas cidades existem em Lacrimosa, continuamente afundando no pântano e precisando ser reerguidas. A maior destas cidades, também chamada de Lacrimosa, é regida pelo arquiduque infernal Denarius, o Ganancioso.
  • Flammeum: Este círculo é a imagem do inferno clássico. Um pesadelo de vulcões e rios de fogo. Estes rios não são de magma ou lava, mas de fogo em forma liquefeita. É um círculo violento, dado a erupções constantes e terremotos. O arquiduque infernal Meterbucus rege o local.
  • Mare Infestum: O quinto inferno é o oposto do quarto. Enquanto Flammeum é flamejante, Mare Infestum é frio. Um mar ártico quase sempre congelado, repleto de icebergs gigantescos e calotas que se quebram e se movimentam entre si. Apenas em alguns pontos ele corre rápido o suficiente para se manter líquido. Nos grandes icebergs, cidades e aldeias infernais podem ser erguidas. Mare Infestum é o domínio do arquiduque infernal Erulus.
  • Malebolgia: O sexto inferno é um círculo repleto de desfiladeiros e paredões de pedra afiada, que sobem até Mare Infestum e descem até Maladomine. A maior parte da movimentação através deste inferno é feita por escalada. O cheiro de queimado infesta o ar, vindo das profundezas dos círculos infernais mais abaixo. O arquiduque infernal Siculus Rex rege Malebolgia.
  • Maladomine: O sétimo círculo é o lar do arquiduque infernal Dominus Muscae. Este círculo lembra uma caverna gigantesca, cheia de fendas e entrecortada aqui e acolá com aquedutos de lava fluente. A única habitação neste círculo é Malagardia, um palácio gigantesco que se estende por léguas e tem mil vezes mil aposentos. Abaixo deste palácio se encontram masmorras que descem profundamente e são a única passagem conhecida para Hibernia, abaixo.
  • Hibernia: Se Mare Infestum é frio, Hibernia é muito mais fria. O chão, o teto, as estalactites, estalagmites, colunas e tudo mais deste círculo são de puro gelo. Nevascas estão sempre presentes. E a temperatura média fica em torno dos –50 ºC. O arquiduque infernal Mefostofoles decretou que apenas ele pode fazer fogo em Hibernia e contrariar esta resolução é invocar sua ira gelada.
  • Nessus: O nono e último dos Nove Infernos é Nessus, lar do próprio Adversário. A paisagem é uma colcha de retalhos que lembra um pouco cada um dos oito infernos acima. Recomenda-se ir a Nessus apenas nas mais extremas das circunstâncias, se você sabe o que é bom para a sua alma.

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